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  • Amaury Junior no Intimidades

    Em entrevista com Lusitania Mel, Amaury Jr., radialista e empresário em Feira de Santana-Ba revela fatos marcantes em sua vida. Confira como foi esse bate papo.
    27.12.2014 23h06m
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    Amaury Junior no Intimidades
    Amaury Junior no Intimidades

    Você é feirense?

    Na verdade me considero “barioca”. Nasci aqui na Bahia e fui ainda pequeno para o Rio de Janeiro, onde aprendi a andar, falar e me formei onde comecei minha carreira.


    Como foi retornar a Feira de Santana já com a profissão?

    Vim passar férias aqui em Feira e Santana e foi um presente para mim, onde tive a oportunidade de trabalhar em diversas emissoras


    Comente a respeito de sua carreira como empresário da Amaná Produções

    São 08 anos de criação representando artistas, inclusive Marizélia, trabalho com produções artísticas e eventos que me dão muito prazer.


    Gostaria de pedir perdão a alguém?

    A única pessoa a qual lembro de ter feito algum mal, foi a mim mesmo. Mas já me pedi perdão e já me perdoei.


    você como pessoa pública e de carisma, já pensou ou foi incentivada a ingressar na politica?

    Já recebi várias propostas, mas não tem nada a ver comigo, não levo jeito para politica. Gosto de fazer politica sem ser político.


     Você é colecionador de alguma coisa?

    Amigos


    O que você acha do público gay?

    Curto, acho o maior barato. Faço alguns trabalhos específicos para esse público


    Se você não fosse locutor, empresário o que você seria?

    De verdade queria ser paramédico, salvar vidas nas estradas. Já tive oportunidade de presenciar esse trabalho e é extremamente compensador; não em relação a salários, mas como heróis que salvam vidas. Cada vida salva é uma recompensa.


    Você tem alguma mania?

    Mania de comprar. É uma terapia quando estou estressado, em especial roupas, que adoro.


    Qual seu grande sonho, e já o realizou?

    Não possuo grandes aspirações, mas já realizei grande parte dos meus sonhos. Sonho em simplesmente ter uma autonomia financeira a ponto de dizer hoje não estou afim de trabalhar e simplesmente não ir.  

     

    Confira a entrevista completa no vídeo ao lado

     

    Edição: Mylena Neves



  • INTIMIDADES COM TERRA SAMBA


    15.12.2014 10h46m
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    INTIMIDADES COM TERRA SAMBA
    Terra Samba no Intimidades

    MEL: Como você gosta de ser chamado?

    Minha comadre não fale não, eu tenho tanto apelido (Coca-cola 2 litros, Marão, Mario Jegue), mas, Marão mesmo.

    MEL: Mário Ornelas é seu nome de registro e qual o seu apelido?

    Meu apelido antigamente o pessoal me chamava de Guaxinim, eu não sei porque esse Guaxinim; me chamavam de Barrão porque eu era gordinho um pouco, hoje sou malhado (rsrsrs), mas nunca peguei ar, nunca fiquei chateado levava na esportiva.

    MEL: Como foi sua infância? Muitas dificuldades? Aprontava muito?

    MÁRCIO: Meu pai trabalhava na Limpurb, já pegou muita comida no lixão pra gente sobreviver. E fui bem criada por minha mãe, a doutrina de antigamente não é a de hoje, era criado com mais disciplina.

    MÁRIO: vim de uma criação que tinha que pedir a benção, se não o fizesse tomava “pau”, tínhamos que fazer as tarefas de casa para poder brincar, tinha que estudar, eu ainda cuidava dos animais que meu pai criava e todos os dias as tardes tinha que ir para aula de catecismo que não gostava, mas agradeço muito essa educação. Mas sou muito feliz foi através de meu avô que aprendia a tocar.

    MEL: quando foi a sua primeira vez?

    Márcio – “A primeira vez agente nunca esquece. Foi na praia, eu tinha 14 anos, era danadinho”.

    Mário – “Entre 13 e 14 anos, não me recordo muito bem, foi com uma mulher que trabalhava lá em casa, mais velha que eu e fui seduzido por ela de uma maneira muito boa”.

    MEL: Qual parte do seu corpo que você mais gosta?

    Márcio – “Eu gosto do meu bumbum, ninguém mais pode gostar, só eu”.

    Mário – as pernas

    MEL: Quem lhe serviu de inspiração na sua carreia artística?

    Márcio – “Eu gostava muito de ouvir coisas boas como Djavan, já ouvi Elis Regina, Alexandre Pires, Raça Negra, Netinho, gostava muito de ouvir essa galera cantando”.

    Mário – “Curtia, via, gostava muito, do grupo Originais do Samba, Chiclete com Banana que tinha aquela coisa contagiante focada no trio e artistas individuais que me inspirou também foram Emilio Santiago e Djavan.

    MEL: O que vocês acham dessa renovação do Axé Music?

    Mário – “Particularmente eu não gosto desse envolvimento dos empresários, muita gente se envolvendo; desse jeito está horrível. Quando os músicos voltarem a fazer o carnaval, fazer a musica do baiano, ai terá sim uma outra tendência.”

    MEL: Se você não fosse músico seria?

    Márcio – “Se eu não fosse musico, seria cantor (rsrs). Estudei um pouco, mas eu seria um advogado; acho legal, bacana defender as pessoas, lutar pelos seus direitos”.

    Mário – “Tentei o militarismo sai, tentei fazer o curso para oficial do exercito, joguei bola um tempo, treinei em alguns clubes daqui da Bahia, e na hora H meu pai não deixou. Acho que seria um desses. Fiz vestibular para economia, passei, parei. Um desses eu seria”.

    MEL: Seu ídolo?

    Márcio – “Meu pai”.

    Mário – “Minha coroa que tem 91 anos, cuidou de mim esse tempo todo e hoje eu quem cuida dela. Minha grande incentivadora”

    MEL: Você precisa pedir perdão a alguém?

    Márcio – “Pedir perdão a Deus das coisas que fiz de errado e a mim mesmo se errei em alguma coisa”.

    Mário – “Nas minhas orações eu agradeço e peço para Ele me perdoar se fiz alguma coisa errada”.

    PARTE II: CAIXINHA SURPRESA:

    Mel: qual foi o presente mais caliente que você recebeu de uma fã?

    Márcio: Eu ganhei uma calcinha e ela estava suja

    Mário: Em um dos meus shows, numa cidade de São Paulo, era meu aniversário e me envolvi com uma fã

    Mel: Já se apaixonou por alguma fã?

    Márcio: Não, nunca me apaixonei por fã.

    Mário: Já, mas ela procurou manter uma certa distância para mostrar que era fã do meu trabalho e não de mim.

    Mel: Qual a maior loucura que voce já fez por amor?

    Márcio: Foi gritar bem alto pra todo mundo ouvir: Te amo

    Mário: Eu fiz uma loucura enorme na minha vida. Eu era casado e fiquei noivo no Rio de janeiro. Uma loucura que jamais repetiria.

    Mel: Se o mundo acabasse agora quem voce gostaria que estivesse ao seu lado?

    Márcio: Minha mãe, minha família

    Mário: Eu queria que as pessoas que amo estivessem ao meu lado e eu em cima do palco cantando.

    Mel: O que é fama para voce?

    Márcio: É algo conquistado, mas a dignidade pra mim é tudo. Fama e pé no chão, respeitando o seu próximo.

    Mário: Se tratando de musica, é o resultado do seu trabalho. Vem junto com o sucesso. É o reconhecimento do seu trabalho.



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