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  • Ator Adriano Lima e suas multifacetas

    O entrevistado do Intimidades deste domingo, é Adriano Lima, um ator incrível com uma bagagem enorme de personagens de muito sucesso. Sua estréia foi em 1993 com a peça A Revolta dos Brinquedos de Fernando Barreto (in memorian) no Festival de Teatro do Nordeste, com atores de todo Brasil. Depois com Fernando Marinho diretor de espetáculos como: A Bofetada, Noviças Rebeldes, Um Velório Muito Estranho e Graxeira, graças a Deus! Espetáculo este, que viajou pelo Brasil e também apresentações no exterior. Atualmente, Adriano está em cartaz com seu trabalho Individual, o monólogo – Hoje eu não to Boa com Wanda Celeste.
    22.07.2014 05h00m
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    Ator Adriano Lima e suas multifacetas
    Ator Adriano Lima e suas multifacetas

    Lusitania Mel - Quando você se descobriu artista? A família apoiou?
    Adriano Lima - De teatro, só eu (risos). Na minha família tem promotor, dentista, advogado, médico, administrador e artista, só eu. Quando eu comecei, a família ‘torceu o bico’ só a minha avó que apoiou o restante da família ficou preocupada, porque a profissão não dá dinheiro, porque a vida é difícil, mas toda profissão é difícil. Eu tive sorte porque o ‘Graxeira’ foi um sucesso de público com turnê no sul, sudeste e até fora do país, com isso eles ficaram mais tranqüilos.

    Qual seu signo? Você se identifica com ele?
    Cancer, eu identifico. Timidez fora do palco, paternalista, gosto de ficar em casa. Ao contrário da vida artística que gosta de badalação.

     Como foi a sua infância?

     Minha infância foi bacana, eu morei em Salvador quando se podia brincar na rua, eu sou cheio de cicatrizes. A minha avó morava aqui em Feira de Santana, vínhamos eu, minha irmã, meu irmão e mais três primos pra cá, os seis deixavam a minha avó louca, mas ela adorava. Nós esperávamos as férias e íamos à igreja, pongava em caminhão, aprontava...

    Adriano você tem hábitos de uma pessoa nobre, conta pra gente.
     Meu pai era fazendeiro - não era milionário - mas morávamos bem, na Graça ali pela Barra. Tivemos uma educação básica de família, freqüentava lugares que minha mãe, minha tia freqüentavam e isso ficou como costume da família, mas quem não gosta de uma perfume bom, uma camisa boa, um Yves Saint Laurent, essas coisinhas básicas (risos), mas gosto por ser de costume e não por ostentação.

    O que te irrita?
    Atraso, transito, vc já me viu dirigindo! Eu me irrito, xingo muito ainda bem que os vidros ficam fechados e fofoca, é uma coisa que me tira do sério, aviso as inimigas de plantão que tentaram, não vão conseguir derrubar... (risos). O máximo que pode acontecer, é eu aparecer mais do que apareço, então paciência!

    Qual a sua religião?
     Ela é meio mista, conheci o evangelho, pois minha avó era da Assembléia de Deus, eu sou adepto do Candomblé, mas eu acho que religião é Deus.

    Você é nobre e quando desce do salto, como é?
     Eu já fui mais esquentado e 20 anos com o Graxeira, viajando o tempo todo vira família e família briga. Tinha umas brigas no camarim que a gente voltava sem se falar. Eu fui o mais agressivo (verbalmente) depois fui aprendendo a engolir alguns sapos, deixar algumas coisas pra lá e hoje estou mais tranqüilo.

    E quando a apresentadora pega a caixinha do Intimidades pra apimentar as perguntas do quadro, chega a Mestre em relacionamento interpessoal com ênfase em casais do mesmo sexo, a Wanda Celeste para uma sessão terapêutica e de conselhos com a nossa apresentadora Lusitania Mel. Muito engraçada esta segunda parte da entrevista e a transcrição da mesma teria muitos ‘kkkkkkks’ (risos), seria complicada a compreensão dos nossos leitores. Então, assista esta entrevista na integra e se divirta com a nossa especialista em relacionamento interpessoal, Wanda Celeste e morra de rir assim como nós aqui da redação.


    Edição: Flora Farias
     



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