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  • PAPO SEM VERGONHA COM PATRÍCIA SALES

    Em entrevista com Lusitania Mel, PATRICIA SALES. Assessora de Imprensa da Policia Militar, jornalista, apresentadora do programa G de Mulher, revela suas intimidades sem nenhum tabu. Confira como foi esse bate papo picante.
    13.03.2015 09h26m
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    PAPO SEM VERGONHA COM PATRÍCIA SALES
    Patrícia Sales no Intimidades

    MEL: Como você consegue ter uma vida tão agitada e se manter sempre linda?
    Quando entrei na Policia Militar, que é uma instituição que requer um comportamento, disciplina, uma hierarquia, e eu entrei me questionando o que eu tinha para dar a Policia. Eu já era radialista e pensei, vou entrar com a comunicação e foi uma sacada de mestra porque deram valor ao meu trabalho nessa área. Tive a oportunidade assim que ingressei, de fazer a faculdade de jornalismo, já estou há 10 anos na Assessoria da PM sempre com meu jeito espontâneo de ser.

    MEL: Por que o programa G de Mulher?
    Surgiu de uma experiência do ponto G. Passei um período em Salvador só de curtição; mesmo trabalhando e fazendo faculdade, eu costumava pesquisar sobre relacionamentos e conheci uma pessoa através da internet, nos conhecemos e foi através dele que conheci o ponto G. Fiquei apaixonada, criei um blog falando dessa experiência, de virgindade, quando conheci o prazer até o ponto G; a partir dai geraram várias noticias, questionamentos com temas bem polêmicos e hoje já é um site com programa G de Mulher.


    Caixinha Surpresa:
    MEL: Qual a maior loucura que você já fez por amor?
    Quebrei o carro todo de um ex. Flagrei-o com outra pessoa e fiquei super chateada; um sentimento de decepção e tristeza, não esperava essa atitude dele e por isso tive essa reação.

    MEL: Qual parte do seu corpo que você mais gosta?
    Minha bunda. Eu adoro andar, colocar uma calça bem enfiada, olhar para trás e ver que tem alguém me olhando.

    MEL: Gostaria de pedir perdão a alguém?
    Todos os dias. Às vezes fazemos coisas e nem percebemos, então o perdão é diário e sempre reconhecendo o erro.

    MEL: Se o mundo acabasse agora, quem você gostaria que estivesse ao seu lado?
    Meu pequeno grande homem, Ruan, meu filho de 10 anos. Foi uma luta para tê-lo; na época eu tinha 32 anos e com bastante tratamento consegui manter a gestação. Ele é o presente de Deus, é uma parte de mim.
     



  • INTIMIDADES COM ROBERTO KUELHO

    Em entrevista com Lusitania Mel, ROBERTO SANTOS KUELHO. Cantor, compositor e estudante de jornalismo revela suapaixão pela irreverência nas músicas e no palco. Confira como foi esse bate papo.
    17.01.2015 21h08m
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    INTIMIDADES COM ROBERTO KUELHO
    Roberto Kuelho
    INTIMIDADES COM ROBERTO KUELHO

    MEL: Como foi sua trajetória n Banda Xêro Mole?
    A Banda nasceu na década de 90 com irreverencia, era uma turma de amigos onde surgiu a ideia da profissionalização, sendo encaixadas novas peças, mas sempre tratando a música com responsabilidade e o palco com total irresponsabilidade. Essa mistura de temperos bacana que acabou conquistando o público. Criávamos paródias, brincando sempre com a música.

    MEL: Qual a sua religião? É praticante?
    Católico. Não sou como deveria, mas sou católico.

    MEL: você tem alguma mania?
    Além de roer unhas, abraçar. Goste muito de abraçar, abraço forte, apertado, verdadeiro.

    MEL: Gostaria de pedir perdão a alguém?
    Sempre. Inclusive, sempre que erro peço logo perdão.

    MEL: Como foi sua infância?
    No interior, uma infância sapeca. Morava no distrito de Humildes, andava cerca de 5km para estudar. Pela manhã eu trabalhava, mas não deixava de me divertir. Sempre fui curioso, gostava muito das coisas urbanas, morava na roça e ouvia todas as rádios que tocavam no Brasil, todasAM’s e FM’s e também era viciado em revistas em quadrinhos.

    MEL: Qual a maior loucura que você já fez por amor?
    Eu já fiz algumas. Já fiz um livro de poesias dedicado a uma pessoa, com 30 poemas todos com o nome dela. Também já fiz uma pesquisa de músicas no mundo todo que tivesse o nome da pessoa; consegui um acervo com 15 músicas e a presenteei.


    MEL: Qual música você ouviria o resto do ano?
    Sereníssima, da Legião Urbana.


    MEL: Qual seu sonho?
    Viver exclusivamente da arte.


    Confira esta entrevista na íntegra acessando o vídeo
     



  • Amaury Junior no Intimidades

    Em entrevista com Lusitania Mel, Amaury Jr., radialista e empresário em Feira de Santana-Ba revela fatos marcantes em sua vida. Confira como foi esse bate papo.
    27.12.2014 23h06m
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    Amaury Junior no Intimidades
    Amaury Junior no Intimidades

    Você é feirense?

    Na verdade me considero “barioca”. Nasci aqui na Bahia e fui ainda pequeno para o Rio de Janeiro, onde aprendi a andar, falar e me formei onde comecei minha carreira.


    Como foi retornar a Feira de Santana já com a profissão?

    Vim passar férias aqui em Feira e Santana e foi um presente para mim, onde tive a oportunidade de trabalhar em diversas emissoras


    Comente a respeito de sua carreira como empresário da Amaná Produções

    São 08 anos de criação representando artistas, inclusive Marizélia, trabalho com produções artísticas e eventos que me dão muito prazer.


    Gostaria de pedir perdão a alguém?

    A única pessoa a qual lembro de ter feito algum mal, foi a mim mesmo. Mas já me pedi perdão e já me perdoei.


    você como pessoa pública e de carisma, já pensou ou foi incentivada a ingressar na politica?

    Já recebi várias propostas, mas não tem nada a ver comigo, não levo jeito para politica. Gosto de fazer politica sem ser político.


     Você é colecionador de alguma coisa?

    Amigos


    O que você acha do público gay?

    Curto, acho o maior barato. Faço alguns trabalhos específicos para esse público


    Se você não fosse locutor, empresário o que você seria?

    De verdade queria ser paramédico, salvar vidas nas estradas. Já tive oportunidade de presenciar esse trabalho e é extremamente compensador; não em relação a salários, mas como heróis que salvam vidas. Cada vida salva é uma recompensa.


    Você tem alguma mania?

    Mania de comprar. É uma terapia quando estou estressado, em especial roupas, que adoro.


    Qual seu grande sonho, e já o realizou?

    Não possuo grandes aspirações, mas já realizei grande parte dos meus sonhos. Sonho em simplesmente ter uma autonomia financeira a ponto de dizer hoje não estou afim de trabalhar e simplesmente não ir.  

     

    Confira a entrevista completa no vídeo ao lado

     

    Edição: Mylena Neves



  • INTIMIDADES COM TERRA SAMBA


    15.12.2014 10h46m
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    INTIMIDADES COM TERRA SAMBA
    Terra Samba no Intimidades

    MEL: Como você gosta de ser chamado?

    Minha comadre não fale não, eu tenho tanto apelido (Coca-cola 2 litros, Marão, Mario Jegue), mas, Marão mesmo.

    MEL: Mário Ornelas é seu nome de registro e qual o seu apelido?

    Meu apelido antigamente o pessoal me chamava de Guaxinim, eu não sei porque esse Guaxinim; me chamavam de Barrão porque eu era gordinho um pouco, hoje sou malhado (rsrsrs), mas nunca peguei ar, nunca fiquei chateado levava na esportiva.

    MEL: Como foi sua infância? Muitas dificuldades? Aprontava muito?

    MÁRCIO: Meu pai trabalhava na Limpurb, já pegou muita comida no lixão pra gente sobreviver. E fui bem criada por minha mãe, a doutrina de antigamente não é a de hoje, era criado com mais disciplina.

    MÁRIO: vim de uma criação que tinha que pedir a benção, se não o fizesse tomava “pau”, tínhamos que fazer as tarefas de casa para poder brincar, tinha que estudar, eu ainda cuidava dos animais que meu pai criava e todos os dias as tardes tinha que ir para aula de catecismo que não gostava, mas agradeço muito essa educação. Mas sou muito feliz foi através de meu avô que aprendia a tocar.

    MEL: quando foi a sua primeira vez?

    Márcio – “A primeira vez agente nunca esquece. Foi na praia, eu tinha 14 anos, era danadinho”.

    Mário – “Entre 13 e 14 anos, não me recordo muito bem, foi com uma mulher que trabalhava lá em casa, mais velha que eu e fui seduzido por ela de uma maneira muito boa”.

    MEL: Qual parte do seu corpo que você mais gosta?

    Márcio – “Eu gosto do meu bumbum, ninguém mais pode gostar, só eu”.

    Mário – as pernas

    MEL: Quem lhe serviu de inspiração na sua carreia artística?

    Márcio – “Eu gostava muito de ouvir coisas boas como Djavan, já ouvi Elis Regina, Alexandre Pires, Raça Negra, Netinho, gostava muito de ouvir essa galera cantando”.

    Mário – “Curtia, via, gostava muito, do grupo Originais do Samba, Chiclete com Banana que tinha aquela coisa contagiante focada no trio e artistas individuais que me inspirou também foram Emilio Santiago e Djavan.

    MEL: O que vocês acham dessa renovação do Axé Music?

    Mário – “Particularmente eu não gosto desse envolvimento dos empresários, muita gente se envolvendo; desse jeito está horrível. Quando os músicos voltarem a fazer o carnaval, fazer a musica do baiano, ai terá sim uma outra tendência.”

    MEL: Se você não fosse músico seria?

    Márcio – “Se eu não fosse musico, seria cantor (rsrs). Estudei um pouco, mas eu seria um advogado; acho legal, bacana defender as pessoas, lutar pelos seus direitos”.

    Mário – “Tentei o militarismo sai, tentei fazer o curso para oficial do exercito, joguei bola um tempo, treinei em alguns clubes daqui da Bahia, e na hora H meu pai não deixou. Acho que seria um desses. Fiz vestibular para economia, passei, parei. Um desses eu seria”.

    MEL: Seu ídolo?

    Márcio – “Meu pai”.

    Mário – “Minha coroa que tem 91 anos, cuidou de mim esse tempo todo e hoje eu quem cuida dela. Minha grande incentivadora”

    MEL: Você precisa pedir perdão a alguém?

    Márcio – “Pedir perdão a Deus das coisas que fiz de errado e a mim mesmo se errei em alguma coisa”.

    Mário – “Nas minhas orações eu agradeço e peço para Ele me perdoar se fiz alguma coisa errada”.

    PARTE II: CAIXINHA SURPRESA:

    Mel: qual foi o presente mais caliente que você recebeu de uma fã?

    Márcio: Eu ganhei uma calcinha e ela estava suja

    Mário: Em um dos meus shows, numa cidade de São Paulo, era meu aniversário e me envolvi com uma fã

    Mel: Já se apaixonou por alguma fã?

    Márcio: Não, nunca me apaixonei por fã.

    Mário: Já, mas ela procurou manter uma certa distância para mostrar que era fã do meu trabalho e não de mim.

    Mel: Qual a maior loucura que voce já fez por amor?

    Márcio: Foi gritar bem alto pra todo mundo ouvir: Te amo

    Mário: Eu fiz uma loucura enorme na minha vida. Eu era casado e fiquei noivo no Rio de janeiro. Uma loucura que jamais repetiria.

    Mel: Se o mundo acabasse agora quem voce gostaria que estivesse ao seu lado?

    Márcio: Minha mãe, minha família

    Mário: Eu queria que as pessoas que amo estivessem ao meu lado e eu em cima do palco cantando.

    Mel: O que é fama para voce?

    Márcio: É algo conquistado, mas a dignidade pra mim é tudo. Fama e pé no chão, respeitando o seu próximo.

    Mário: Se tratando de musica, é o resultado do seu trabalho. Vem junto com o sucesso. É o reconhecimento do seu trabalho.



  • É O TCHAN - INTIMIDADES COM DOIS É TUDO


    06.10.2014 14h04m
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    É O TCHAN - INTIMIDADES COM DOIS É TUDO
    Mel com Compadre Washington e Beto Jamaica
    É O TCHAN

    Lusitania Mel – qual seu signo?
    Compadre Washington – Capricórnio ‘retado’, corro atrás, sou guerreiro.
    Beto Jamaica – Aquário, muita coisa dá certo.
    LM – Quando foi a sua 1ª vez?
    CW – com 11 anos, precoce.
    BJ – eu fui mais tranquilo, com uns 15 pra 16 anos. Foi Sensacional!
    LM – Qual o lugar mais inusitado que vocês já fizeram amor?
    CW – Dentro do avião indo para o Japão
    BJ – Atrás de uma kombi na época do Carnaval
    LM – Vocês valorizam bastante o corpo da mulher, com isso vocês ‘cumprem o que prometem’?
    CW – Eu sua na base do mingau de Santo Antônio, eu tenho a força.
    BJ – Eu não faço propaganda enganosa, tem dia que o bicho pega, a gente chega do show cansado, tem que descansar pra fazer direito, mas não pode dar mole.
    LM – Qual o prato predileto de vocês?
    CW – Comida forte: feijoada, rabada, mocotó.
    BJ – Feijoada, sobe-desce, cozido com pirão.
    LM – Qual a parte do corpo que mais gosta?
    CW – A minha barriga (risos)
    BJ – Meu corpo todo, até porque eu cuido, malho pra caramba.
    LM – Como foi a infância de vocês?
    CW – Foi um pouco difícil, 4 irmãos, minha mãe sozinha para dar conta, foi meio turbulento.
    BJ – A minha também muito sofrida, minha mãe trabalhava na Cocadinha da Bahia, sustentou a gente, construiu nossa casa, meu pai ‘comia uma água’ ajudava pouquinho, deixava minha mãe de lado.
    LM – Vocês já conquistaram seu sonho financeiro?
    CW – Sim, só em poder ter dado uma casa pra minha mãe, foi um sonho realizado e depois para meus filhos...
    BJ – Depois que encontrei Compadre, ai veio uma leva de coisas boas em nossas vidas, não estamos ricos, mas estamos bem de vida.
     

    Lusitania Mel, aproveita para realizar seu sonho, um momento como dançarina do É o Tchan e dança a nova música do grupo - Sabe de nada inocente. Compadre Washington e Beto Jamaica se divertem fazendo a chamada: Ordinária!!!

    Assista na integra essa divertida entrevista com o É o Tchan no canal da TV Geral no YouTube.

    Texto edição: Flora Farias
    Foto: Varanda Elétrica



  • CESAR FIGUEREDO NO INTIMIDADES

    Em entrevista com Lusitania Mel, Cesar Figueredo revela seu gosto pela música e sua paixão por cavalos. Confira como foi esse bate papo.
    20.09.2014 21h17m
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    CESAR FIGUEREDO NO INTIMIDADES
    CESAR FIGUEREDO NO INTIMIDADES

    Qual o seu signo?

    Peixes, sou de março.

    Sua religião?

    Católico praticante, sempre quando não tem show eu vou a igreja.

    Quando começou a sua dedicação pela música?

    Desde os 8 anos eu já brincava com isso, aos 14 comecei a me profissionalizar com aulas de violão, de música e aos 1 gravei meu primeiro disco.

    Hoje você vive da música?

    Sim, hoje vivo só da música.

    Como é o assedio das Fãs?

    A gente se emociona com tanto carinho, nem esperamos tanto, a retribuição das fãs é enorme: curtir aos shows, esperar no camarim pra tirar fotos; umas abusam mas é isso ai.

    Qual seu ídolo na música?

    Sou muito fã de Zezé de Camargo e Luciano, desde cedo eu consagro eles.

    Cesar como é a sua família, tem mais artista?

    Só eu, minha irmã gostava e pensava em trabalhar na tv, mas seguiu outra carreira e o meu pai é meu produtor.

    Como foi a sua infância?

    Brincava na rua de pipa com os amigos. Eu fui mais reservado, gostava de ouvir música e ir pra fazenda.

    O que você ouve pra se inspirar?

    Musica internacionais com Bruno Marz, Scorpions, gosto das melodias...

    Qual seu hobbie?

    Meus cavalos, nas horas vagas, estou no haras.

    O que é a fama pra você?

    Algo bom pra quem é artista. Ser famoso é sempre satisfatório.

    O que você acha do público gay que curte seu show?

    Nada contra! Teve um show que tinha um grupo organizado com cartazes e me acolheram muito bem. Gostei!

    Qual a maior loucura que você já fez por amor?

    Foi me deslocar tantos quilômetros várias vezes, por causa de uma mulher.

    E o coração de Cesar Figueredo tem dona?

    Coração está enrolado... (risos)

    Você ficaria com uma fã?

    Dependendo do memento, da fã, do local...

    Cesar você prefere:

    Namorar ou ficar? Ficar.

    Frio ou calor? Frio.

    Noite ou dia? Noite.

    Que tipo de filme que você gosta de assistir?

    Filmes de ação.

    Na Bahia tem algum compositor que admira?

    Tem sim, Jorge Santana, Felipe Scanduze...

    Tem uma música que você ouviria direto sem parar?

    Calma, de Jorge e Matheus

    Assista na integra esta entrevista e ouça Cesar Figueredo cantando esta e mais musicas.

     

    Texto Edição: Flora Farias

    Foto: Reginaldo Junior



  • INTIMIDADES COM DJALMA FERREIRA

    Djalma Ferreira é um feirense de trabalhos belíssimos que foram muito bem aceitos por grandes artistas como Daniela Mercury e Ivete Sangalo. Uma pessoa simples, amável e como ele mesmo disse ‘filho da terra, mas cantor e artista do mundo’.
    22.08.2014 11h36m
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    INTIMIDADES COM DJALMA FERREIRA
    ASSISTA A ENTREVISTA

    Como foi a infância do menino Djalma?
    Brinquei de tudo, eu era um simples menino e me envolvia com todos os amigos de bairro para brincar de circo, brincava de trapezista, malabarista, mas o que mais reforçou foi ser dublador. E na escola primária fortaleceu ainda mais o entusiasmo pela música, eu cantava nas despedidas das professoras, diretoras, até que teve o Festival de Música Estudantil e ganhei 1º e 2º lugares – interpretação, letra e música respectivamente.

    Qual a sua religião?
    Deus, e os reforços que ele aprimorou deixando aqui pra gente em formatos diferenciados. Sou muito sério dentro deste lado espírita, aprecio e respeito a Igreja Católica, trabalho a filosofia japonesa, Seicho-no-ie, enfim sou dedicado e respeito todas as outras religiões.

    Você é muito unido com seus familiares, como é a sua família?
    Com a família é um grande prazer. Eu estou fazendo a produção do projeto de minha irmã - Dilma Ferreira canta Emilinha Borba, tenho uma sobrinha, a Mila Maria que já tocou numa banda, Papel de Seda; meu pai era baterista de uma banda, meu cunhado é um exímio músico e toca diversos instrumentos.

    A partir de que momento surgiu à ideia de fazer esse tributo a Emílio Santiago?
    Eu já cantava algumas coisas de Emílio e o fato de ser parecido do timbre de voz reforçou isso. Esse tributo veio de uma parceria com Carlos Brito, Emílio ainda não tinha falecido, e esse trabalho foi muito bom a participação de público, uma produção impecável, eu me envolvi, transpirei e a minha família também adorou. Este ano terá o CD e DVD Tributo a Emílio Santiago.

    Lusitania Mel diz: - Nós ainda não entramos na intimidade de Djalma,
    traga a caixinha do Intimidades pra o Djalma retirar uma pergunta.

    Quem você escuta pra compor e montar o eu repertório?
    Dores Monteiro, Dalva de Oliveira, Chico Buarque, Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Emílio Santiago...

    Você já se apaixonou por alguma fã?
    Já!
    Rolou alguma coisa?
    Rolou!
    Foi bom?
    Foi enquanto durou
    (risos, surpreso com as perguntas)

    Parte d corpo que mais gosta?
    A voz.
    (Djalma ri)

    O que é fama pra você?
    Pra mim é uma consequência, que vale externar, que vale lutar mais e fazer acontecer para aflorar pra que ela desenvolva.

    Presente de fã ou alguém que te surpreendeu
    Algo não material mais profundo, respeito, carinho, [...] frases de sentimento, de reconhecimento...

    Amor? Maravilhoso
    Cor? Vermelho
    Comida? Arroz com feijão
    Considera uma pessoa feliz? Totalmente
    Família? Maravilhosa
    Deus? Maravilhoso
    Sonho que já realizou? Cantei com Ivete várias vezes.

    Com todo esse resguardo em suas respostas, dá pra perceber que toda a intimidade de Djalma Ferreira se dá mesmo com a música em seu lado artístico, criativo e apaixonado pelo que é e faz. Confira esta entrevista na íntegra acessando o link: https://www.youtube.com/watch?v=YzIut-Ls-5w&list=UUYhYysmNy0hALH1IViSthSA

    Texto edição: Flora Farias
    Fotos: Reginaldo Junior

     



  • Jornalista Lilia Campos

    Uma pessoa linda, humilde e carismática, iniciou no jornalismo como colunista social e no rádio. É uma apaixonada pelo rádio, além de trabalhar com assessoria de imprensa e eventos. Gosta de Balé e já se apresentou no TCA quando menina. Uma de suas características é ser inventiva e nesta entrevista nos revela alguns de seus projetos.
    06.08.2014 14h25m
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    Jornalista Lilia Campos
    LILIAN CAMPOS NO INTIMIDADES

    Lilia como foi a sua infância?
    Minha infância foi diferente da de hoje. Somos quatro irmãos, morávamos em Salvador, passávamos as férias na Ilha de Itaparica, brincava na rua, eu vivi muito a minha infância e os meus filhos também. Hoje com a vida em condomínio, a tecnologia e a violência, os pais têm que pensar muito na infância dos filhos, no ‘viver criança’.

     

    Você se identifica com o seu signo?
    Sou de 22 de outubro, sou de libra me identifico sim: sou expansiva, comunicativa, quero que todos estejam bem. Meu marido diz que sou entrona (risos), mas esta característica é minha.
     

    Qual sua religião?

    Não sigo uma, sou católica e tem uma coisa do espiritismo que me atrai, mas nunca fui buscar. Faço minhas orações pela manhã, no trabalho, acredito que estar com Deus no coração é o que vale a pena.

     

    Você é uma pessoa reservada. Como é a sua família?

    Sou casada há 24 anos, vim para Feira de Santana assim que me casei, já sou cidadã feirense com título, meu marido é um grande incentivador na minha vida, foi assim na faculdade, no radialismo e em minha vida profissional. A minha mãe é uma guerreira na minha família as mulheres são muito independentes e todos são muito unidos, o apoio é muito importante. Meus filhos dizem: mesmo pagando mico, estamos com minha mãe (risos).

     

    E os projetos na área profissional?
    O Blog da Lilia, muito conhecido e acessado, vai se transformar em um site e abranger mais assuntos referentes à cidade e cheio de novidades, acredito que em outubro esteja no ar. E na Micareta de Feira o Camarote Lilian Campos. Aguardem...

    Bem Lilian agora começa o Intimidades (risos)


    Quando foi a sua primeira vez?

    Foi com o pai da minha filha, eu tinha 17 anos, muito novinha e engravidei na minha primeira vez.

     

    Qual o lugar mais inusitado que você já fez amor?

    Em Veneza, uma viagem linda que fiz com meu marido pela Europa, ai depois do jantar foi para o hotel... e foi esse o lugar!

     

    Lilian você é uma pessoa muito conhecida, você já recebeu uma cantada que te surpreendeu?
    Já e eu conto as cantadas para meu marido. Uma vez eu estava no shopping e tinha um homem me seguindo, ele deixou um cartão cair e quando eu o peguei falou: você vai me ligar? Eu rasguei o cartão na frente dele. Outra vez aqui em feira também tinha um homem me seguindo de carro eu com medo de ser um assalto (com esta onda) fiquei com medo, ele mandou eu abrir o vidro e quando eu abri, com medo, ele jogou um cartão dentro do carro e gritou: Me liga!

    E quando vai fazer uma pergunta para a apresentadora, é moderada, para o alivio de Mel.
     

    Como você se sente hoje na sua carreira, você tem planos?
    Eu estou realizando um grande sonho, sempre gostei de comunicação e depois da faculdade está trabalhando na área é um grande sonho realizado. Este programa intimidades é uma oportunidade que a TV Geral me proporcionou e uma grande realização minha.

     

    Lilian qual a parte do corpo que você mais gosta?
    Eu gosto das minhas costas, até mesmo pela postura do balé.

     

    O que é sucesso pra você?
    Eu encaro com normalidade, não sou uma celebridade, eu sou uma pessoa conhecida na cidade pela credibilidade no meu trabalho, é fazer a coisa certa, eu trato todo mundo bem.

     

    Edição: Flora Farias – Arte Ideia Comunicação
    Fotos: Reginaldo Junior – Portal MF

     



  • Ator Adriano Lima e suas multifacetas

    O entrevistado do Intimidades deste domingo, é Adriano Lima, um ator incrível com uma bagagem enorme de personagens de muito sucesso. Sua estréia foi em 1993 com a peça A Revolta dos Brinquedos de Fernando Barreto (in memorian) no Festival de Teatro do Nordeste, com atores de todo Brasil. Depois com Fernando Marinho diretor de espetáculos como: A Bofetada, Noviças Rebeldes, Um Velório Muito Estranho e Graxeira, graças a Deus! Espetáculo este, que viajou pelo Brasil e também apresentações no exterior. Atualmente, Adriano está em cartaz com seu trabalho Individual, o monólogo – Hoje eu não to Boa com Wanda Celeste.
    22.07.2014 05h00m
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    Ator Adriano Lima e suas multifacetas
    Ator Adriano Lima e suas multifacetas

    Lusitania Mel - Quando você se descobriu artista? A família apoiou?
    Adriano Lima - De teatro, só eu (risos). Na minha família tem promotor, dentista, advogado, médico, administrador e artista, só eu. Quando eu comecei, a família ‘torceu o bico’ só a minha avó que apoiou o restante da família ficou preocupada, porque a profissão não dá dinheiro, porque a vida é difícil, mas toda profissão é difícil. Eu tive sorte porque o ‘Graxeira’ foi um sucesso de público com turnê no sul, sudeste e até fora do país, com isso eles ficaram mais tranqüilos.

    Qual seu signo? Você se identifica com ele?
    Cancer, eu identifico. Timidez fora do palco, paternalista, gosto de ficar em casa. Ao contrário da vida artística que gosta de badalação.

     Como foi a sua infância?

     Minha infância foi bacana, eu morei em Salvador quando se podia brincar na rua, eu sou cheio de cicatrizes. A minha avó morava aqui em Feira de Santana, vínhamos eu, minha irmã, meu irmão e mais três primos pra cá, os seis deixavam a minha avó louca, mas ela adorava. Nós esperávamos as férias e íamos à igreja, pongava em caminhão, aprontava...

    Adriano você tem hábitos de uma pessoa nobre, conta pra gente.
     Meu pai era fazendeiro - não era milionário - mas morávamos bem, na Graça ali pela Barra. Tivemos uma educação básica de família, freqüentava lugares que minha mãe, minha tia freqüentavam e isso ficou como costume da família, mas quem não gosta de uma perfume bom, uma camisa boa, um Yves Saint Laurent, essas coisinhas básicas (risos), mas gosto por ser de costume e não por ostentação.

    O que te irrita?
    Atraso, transito, vc já me viu dirigindo! Eu me irrito, xingo muito ainda bem que os vidros ficam fechados e fofoca, é uma coisa que me tira do sério, aviso as inimigas de plantão que tentaram, não vão conseguir derrubar... (risos). O máximo que pode acontecer, é eu aparecer mais do que apareço, então paciência!

    Qual a sua religião?
     Ela é meio mista, conheci o evangelho, pois minha avó era da Assembléia de Deus, eu sou adepto do Candomblé, mas eu acho que religião é Deus.

    Você é nobre e quando desce do salto, como é?
     Eu já fui mais esquentado e 20 anos com o Graxeira, viajando o tempo todo vira família e família briga. Tinha umas brigas no camarim que a gente voltava sem se falar. Eu fui o mais agressivo (verbalmente) depois fui aprendendo a engolir alguns sapos, deixar algumas coisas pra lá e hoje estou mais tranqüilo.

    E quando a apresentadora pega a caixinha do Intimidades pra apimentar as perguntas do quadro, chega a Mestre em relacionamento interpessoal com ênfase em casais do mesmo sexo, a Wanda Celeste para uma sessão terapêutica e de conselhos com a nossa apresentadora Lusitania Mel. Muito engraçada esta segunda parte da entrevista e a transcrição da mesma teria muitos ‘kkkkkkks’ (risos), seria complicada a compreensão dos nossos leitores. Então, assista esta entrevista na integra e se divirta com a nossa especialista em relacionamento interpessoal, Wanda Celeste e morra de rir assim como nós aqui da redação.


    Edição: Flora Farias
     



  • Intimidades com a contora mary Antunes

    Lusitania Mel no intimidades desta quinzena, no meio da folia invadiu o camarim de Mary Antunes pra bater um papo descontraído com a cantora. Todo mundo já sabe dos seus projetos, música de trabalho, CD novo e nós do Intimidades queremos saber mais. Confira abaixo na entrevista exclusiva.
    28.06.2014 21h09m
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    Intimidades com a contora mary Antunes
    Intimidades na folia com Mary Antunes

    Lusitania Mel - Qual o seu signo?

    Mary Antunes - Virgem, mas eu me identifico com algumas coisa do meu signo: lealdade, fidelidade, comprometimento; mas tem coisa ai que não encaixa não.

     

    Como foi sua infância?

     Minha infância foi linda, morando numa cidade do interior da Bahia,indo pra casa de praia, final de semana.

     

     O que te irrita?

    Mentira, falsidade não gosto

     

    O que você gosta de comer?

     Parte difícil! Eu gosto de comer. Gosto de massas, frutos do mar e comida japonesa

     

    Se você não fosse cantora, qual seria a sua profissão?

    Enfermeira! Tentei outra área não deu.

     

    O que você gosta de ouvir?

    Michael Jackson, Mariza Monte, gosto também do Bruno Mars e tantos da música baiana.

     

    Já recebeu uma cantada inusitada de algum fã?

    Meio complicado, quando acontece assim eu me finjo de “A LOUCA!” (risos). Uma vez no Maranhão, quando cheguei ao hotel depois do show, estava no quarto falando ao celular quando olho pra janela uma cabecinha e olhando... Gritei, bati no vidro. Sorte que eu estava vestida, se não seria constrangedor (risos).

     

    E você se acha bonita? O que gosta em você?

    Sou satisfeita comigo.

     

    Lugar inusitado que já fez amor?

    Sexo é sempre picante. Bom é fazer com quem ama. Eu nunca encarei em lugares como carro, no mar tenho medo de aparecer polícia, paparazzi. Prefiro em casa, rodo a casa toda!
    (ri envergonhada com os componentes da banda)

     

    Edição: Flora Farias

    ARTE IDEIA Comunicação



  • Papo divertido com Kiko e Jeanne

    O Intimidades desta quinzena traz uma dupla linda de cara e corações, os irmãos Jeanne e Kiko já fizeram sucesso em bandas como Mastruz com Leite, Pimenta Nativa, Colher de Pau (ele) e Banda Limão com Mel (ela). Fazendo jus a prêmios de reconhecimento como Troféu Dodô e Osmar 2004 como cantor revelação do Carnaval de Salvador e melhor cantora de forro em 2008, respectivamente. Confira o papo descontraído que rolou com eles.
    14.06.2014 22h46m
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    Papo divertido com Kiko e Jeanne
    Jeanne, Mel e Kiko
    Papo divertido com Kiko e Jeanne

    Lusitania Mel - Como foi a infância de vocês?

    Jeanne – Foi maravilhosa, com meus irmãos, muita felicidade, o carinho da minha família. Mas a gente também, tocava a campainha do vizinho e corria, roubava fruta do sítio dos vizinhos.
    Kiko – Tivemos uma educação interiorana, com o convívio com nossos avós tivemos muitas influências. Brincamos de pião, pipa, brinquedo artesanal, [ e riem muito ao contar:] de Tanderket, pulava de um árvore para outra, um dia caí ralei a cara toda e quebrei o braço.

    Vocês tem alguma mania?


    J – Eu é de me olhar no espelho.
    K – Escrever as últimas palavras de algumas frases que eu penso, ou do que tenho que fazer. Algo meio maluco, mas é verdade.

    Você tem alguma superstição?


    K – Não passo debaixo de escada, marcar coisas para dia ímpar, passar em cemitério depois da meia noite.
    J – Sigo a minha intuição, não tenho superstição.

     

    Qual sua religião?


    Eu acredito em Deus, na coisa espiritual, da energia.
    Jeanne – Deus é tudo na minha vida, religião é criação do homem.

    Se vocês não fossem cantores, o que seriam?


    J – Advogada e gostaria também de defender causas sociais.
    K – Designer, publicitário.

     Qual o lugar mais inusitado que já fez amor?


    [há uma reação engraçada entre eles, mas responde]
    K – No carro.
    J – Na praia.

    O que acham do público gay que curte o trabalho de vocês?


    K – Sou um cara “a - preconceito”. Todo mundo é igual, cada um faz suas escolhas. É um público massa! Tem uns que seguem a Jeanne e a chamam de diva, e coisas assim.
    J – Tenho vários amigos, eles são muito alegres e botam a gente pra cima.

    Se fosse presidente da República o que mudariam?


    J – Educação. um país com educação, tem tudo.
    K – Para um cargo com esse peso, tem que ser um ser humano de verdade, esquecer as vaidades e pensar no próximo, na cidadania.


    No Blog Intimidades você confere o vídeo desta animada entrevista na integra. Acesse www.intimidades.jornalfolhadoestado.com e se divirta assistindo.



  • Topera, vocalista da Banda 5% revela tudo no Intimidades

    A Banda 5% nasceu da vontade de fazer boa música e de tocarem juntos, esses amigos de longa data, se uniram com esse objetivo em comum, fazer o que mais amam e levar muita alegria para o público. A experiência dos integrantes vem da rotina de tocar em bares, o que proporcionou muita bagagem e ecletismo musical – forte característica da banda. E na coluna intimidades desta quinzena, Topera – o vocalista - é nosso entrevistado. Ele adotou seu apelido de infância para fazer sucesso na Banda 5%.
    31.05.2014 21h42m
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    Topera, vocalista da Banda 5% revela tudo no Intimidades
    Intimidades com Topera, cantor da Banda 5%

    Quando você descobriu que seria músico?
    A música que escolhe a gente, eu venho de uma família musical com meus pais, ouvindo e amadurecendo a idéia.
     
    Quem é seu ídolo na música?
    Meu pai, músico violonista Josmar Assis
     
    Qual a sua relilgião? Você segue?
    Sou católico, mas não freqüento muito.
     
    Como foi a sua infância?
    No Cabula depois mudei pra Villas, mas foi totalmente diferente das infâncias atuais. Sou o caçula de três irmãos.
     
    Se você não fosse músico, que profissão escolheria?
    Seria jogador de futebol.
     
    Você tem algum defeito que gostaria de mudar?
    Sou cabeça dura muitas vezes, me arrependo, peço desculpas quando vejo que estou errado. A banda me ajuda, quando estou errado eles falam, somos muito unidos.
     
    Quando foi a sua primeira vez? Que subiu no palco?(risos com a apresentadora)
    Aos sete anos
     
    E a sua primeira vez?
    [envergonhado ele resiste um pouco e depois de alguns comentários da apresentadora, diz] “vou largar mesmo”
    Foi aos meus 18, 19 anos, num banheiro químico
     
    Qual presente de fã que te deixou mais surpreendido?
    Fotos antigas nossas, nossos CDs antigos as faixas...
     
    Se o mundo acabasse agora,  quem gostaria que estivesse com você?
    Meus pais.
     
    Quais artistas você escuta para compor suas músicas?
    Lupicínio Rodrigues, não para compor axé, mas para músicas românticas. Ouço Moraes Moreira, RoupaNova, Fábio Junior e pra compor música de axé, ouço Saulo.
     
    Como você encara a renovação da música baiana?
    Tudo é fruto de muito trabalho, quem chegou onde está batalhou muito. A renovação vem naturalmente em todos os aspectos, temos Mary do Babado; Chicafé; Eva; Levy, todos com trabalho bacana, eu creio muito na renovação da música baiana.
     
     
    Edição: Flora Farias - Arte Ideia Comunicação.
     



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