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  • Intimidades com Luciana Alves

    Na coluna Intimidades de hoje a entrevistada é a cantora Luciana Alves que já integrou a banda Corisco do Trovão, Raio da Silibrina e Calypso do Pará dentre outras e hoje segue carreira solo.
    03.02.2014 19h35m
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    Intimidades com Luciana Alves
    Intimidades com Luciana Alves

    Quando despertou  seu interesse pela carreira artística?

    Com 10 anos de idade, comecei  a cantar com meu pai acompanhando ele em shows, profissionalmente eu tenho 18 anos de carreira.

    Quais artistas te inspiraram?

    Minha diva e a saudosa Elis Regina e cantor George Benson que sou apaixonada e é uma referência maravilhosa.

    Hoje você canta o estilo sertanejo, este gênero é realmente o que você gosta de fazer?

    Sim, porque desde criança com meu pai, que era músico, sempre escutei grandes nomes da música sertaneja como Tonico e Tinoco, João Mineiro e Marciano e Sérgio Reis, mas sempre escutei outros estilos também porque sou bem eclética e já fiz de tudo. Hoje o sertanejo me toca e é o que quero fazer quando estou no palco.

    Qual foi a primeira fez que você subiu ao palco?

    Profissionalmente com 11 anos em Salvador e foi um momento emocionante com meu pai.

    Você faz um grande sucesso na web, o que você credita?

    Eu acredito que é a intimidade que eu tenho com o internauta, eu tendo dar o máximo de atenção, respondendo mensagens e devido as bandas que trabalhei consegui um grande fã clube. Eu acho que é por isso

    Como está o coração de Luciana Alves?

    Está batendo cada vez mais forte, porque o meu Love trabalha comigo é meu diretor, meu maestro e tá sempre me acompanhando. Ele é maravilhoso  tanto como marido e como músico.

    Qual o seu signo?

    É o signo mais meloso, mais ciumento que existe. Sou canceriana

    Como você se definiria?

    Uma mulher amiga, criança, sapeca, boa mãe, boa filha, boa esposa. Amo meu público e que ama o
    que faz.

    Qual sua religião?

    Eu não tenho uma religião específica, eu acredito muito no Kardecismo. Mas já frequentei igreja católica, evangélica e aprecio a religião Afro. Não tenho preconceito com religião nenhuma.

    Inclusive você já vez uma homenagem a Iemanjá?

    Quando eu falei em fazer essa homenagem, as pessoas se assustaram e me perguntaram se eu era do Candomblé, porque esse espanto eu não preciso ser da religião para fazer essa homenagem. Acho bonito a história, leio sobre os Orixás esei que muita gente tinha vontade de fazer  e eu me sentir realizada.

    O que a Luciana não sai de casa sem?

    Eu não saiu sem minha oração

    O que você coleciona?

    Sapatos e Bijuterias

    Um pessoa que você admira muito?

    Minha mãe que é uma guerreira
     
    Confira a entrevista na integra em vídeo no site www.tvgeral.com.br 



  • Intimidades com Renato Piaba

    Estreando esta coluna com o humorista Renato Piaba, formado em Educação Física e começou a fazer graça desde cedo, brincando com amigos de infância. Depois de formado, passou a se destacar nas academias que dava aula, sempre demonstrando seu espírito cômico e brincalhão. Confira o seu lado íntimo com entrevista de Lusitânia Mel.
    03.02.2014 19h10m
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    Intimidades com Renato Piaba
    Intimidades com Renato Piaba
    Quando surgiu o apelido de Renato Piaba?

    Quando era professor de educação física as pessoas me chamavam de piaba, aí quando encontrei o produtor Fernando Guerreiro para montar o primeiro espetáculo ele me disse que eu precisava de um nome artístico quando eu falei que meu apelido era piaba ele falou que seria Renato Piaba por combinar com Renato.

    Qual o seu signo?

    Libra, um signo de uma pessoa totalmente apaixonada.

    Quando foi a sua primeira vez?

     A minha primeira vez Mel...

    Que você subiu no palco (risos)?

    Ahhhh Não teve a menor graça (risos). A primeira vez que subi no palco profissionalmente têm  19 anos, no dia 12 de abril de 1995 na inauguração do teatro do hotel  Sol Vitória Marina e já temos neste período 19 espetáculos com 147 shows ao ano e 1 milhão de Dvd's vendidos.

    Como foi a infância de Renato Piaba?

    A minha infância foi humilde e por isso que eu me transformei em Renato Piaba por falar do cotidiano de pobreza, porque eu vim da periferia e sobrepôs as dificuldades da vida, daí surgem os roteiros dessas transições.

    Você pode falar um pouco sobre sua família?

    A minha família é maravilhosa eu tenho dois filhos, que são minhas paixões, fui casado 10 anos com uma e com a última por 15 anos, você vê que sou um bom partido.

    Se você não fosse humorista o que você seria?

    Ah Maluco (risos)

    Qual o sonho que você ainda não realizou?

    Eu acho que o artista não deve ter limites, no momento que diz que o sonho foi concluído você dá limites ao universo. Hoje eu só tenho a agradecer a Deus pelo que tenho.

    Confira a entrevista na íntegra no vídeo ao lado.
     


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